À Beira da Morte (Febre)
Pastel
Expressionism
1893
Modernismo
60.0 x 80.0 cm
Reprodução em Óleo Feita à Mão
Óleo sobre tela pintado à mão no seu tamanho e moldura, feito sob encomenda pelos nossos artistas. ( Switch to Print
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À Beira da Morte (Febre)
Técnica de Reprodução
Dimensões da Reprodução
-
Preço Total Final
$ 258
Descrição da Obra
A Portrait of Sorrow: Edvard Munch’s “By the Deathbed (Fever)”
“By the Deathbed (Fever),” pintado em 1893 pelo Edvard Munch, representa um marco do Expressionismo e um testemunho inesquecível do compromisso profundo do artista com a emoção humana. Mais do que uma simples representação de uma cena – uma reunião solene ao redor da cama de um paciente doente – é uma exploração visceral do medo, da dor e da consciência inescapável da mortalidade, tudo isso renderizado em uma combinação magistral de tons pastel e impasto texturizado.A Cena Capturada: Intimidade e Ansiedade
A composição de Munch atrai imediatamente o espectador para um tableau perturbador. Três figuras permanecem em vigília sobre um indivíduo acamado, seus rostos gravados com preocupação e apreensão. A inclusão de um livro – aberto na mesa de cabeceira – sugere contemplação no meio do desespero, enquanto o posicionamento das figuras fala sobre as complexidades dos relacionamentos humanos sob pressão. Duas figuras sombrias pairam ao fundo, amplificando a sensação de isolamento e vulnerabilidade inerente à situação. Esta cuidadosa disposição não é meramente observacional; ela é deliberadamente criada para transmitir uma atmosfera palpável de ansiedade e tristeza – um sentimento que Munch captura habilmente através de suas escolhas artísticas.Técnica Expressionista: Cores Pastel e Superfície Texturizada
A marca estilística da pintura é, sem dúvida, o uso magistral de Munch de cores pastel. Estes tons suaves – predominantemente amarelos, azuis e vermelhos – contribuem significativamente para o humor melancólico da obra de arte, refletindo a turbulência emocional experimentada por aqueles que estão presentes. No entanto, é a técnica de Munch que realmente eleva “By the Deathbed (Fever)”. Ele emprega impasto – tinta aplicada em camadas espessas – criando uma superfície tátil que vibra com energia. As cristas e espirais do pigmento não apenas transmitem textura visual, mas também ressonância emocional, refletindo os sentimentos turbulentos transmitidos pelo assunto. Esta camada deliberada de cor e textura enfatiza o compromisso de Munch em retratar a experiência interior em vez de simplesmente representar a realidade externa.Contexto Histórico: Enfrentando a Mortalidade
Criado durante um período marcado por experimentação artística significativa e fermento intelectual – o florescente movimento Expressionista –, “By the Deathbed (Fever)” reflete as ansiedades mais amplas da época. Munch próprio lutou contra tragédias pessoais, incluindo as mortes precoces de sua mãe e irmã devido à tuberculose, experiências que moldaram profundamente seu mundo de visão e alimentaram a preocupação artística dele com a morte e a doença. Influenciado por artistas como Vincent van Gogh e Paul Gauguin, Munch procurou expressar emoção subjetiva através de paletas de cores ousadas e formas distorcidas – uma ruptura com as convenções acadêmicas e um passo crucial para estabelecer o Expressionismo como uma força dominante na arte europeia.Resonância Simbólica: Medo e Vulnerabilidade
Além de sua perícia técnica e contexto histórico, “By the Deathbed (Fever)” ressoa profundamente em um nível emocional. A palidez da pele da figura central simboliza vulnerabilidade e sofrimento, enquanto a mão estendida – um gesto de conforto ou talvez uma tentativa infrutífera de afastar o desespero – enfatiza a impotência sentida ao confrontar a mortalidade. O uso magistral de cores de Munch – particularmente os amarelos inquietantes – evoca sentimentos de apreensão febril e inevitabilidade. É uma pintura que nos confronta com verdades desconfortáveis sobre a existência humana, provocando reflexões sobre temas de perda, dor e a sombra inescapável da morte.Um Reflexo Atemporal: Inspiração para o Design de Interiores
As imagens evocativas de “By the Deathbed (Fever)” continuam a inspirar designers que buscam infundir seus espaços com emoção e profundidade. Reproduções criadas por AllPaintingsStore.com oferecem uma maneira bonita de trazer a visão de Munch para sua casa, capturando a beleza assombrosa da pintura e transmitindo sua mensagem profunda de tristeza e contemplação.Obras Relacionadas
Biografia do Artista
Uma Vida Imersa em Sombras: O Mundo de Edvard Munch
Edvard Munch, nascido em 1863 no cenário austero da Noruega, foi um artista cuja obra se tornou sinônimo das ansiedades e turbulências emocionais da era moderna. Sua vida, profundamente marcada pela perda e por uma melancolia persistente, serviu como a fonte primordial de sua arte expressiva. Desde uma infância assombrada pelas mortes prematuras de sua mãe e irmã – ambas vítimas da tuberculose – Munch desenvolveu uma obsessão inquietante pela mortalidade, doença e fragilidade da existência humana. Essas experiências não eram meros detalhes biográficos; tornaram-se o núcleo de sua visão artística, alimentando uma exploração implacável do interior, dos medos, da dor e da saudade. A crença religiosa estrita de seu pai e suas próprias lutas contra a doença mental contribuíram para um sentimento de pavor que permeou o mundo de Munch, moldando não apenas sua vida pessoal, mas também a linguagem simbólica de suas pinturas. Ele não se limitava a retratar cenas; externalizava um estado interno, traduzindo angústia psicológica em forma visual.
A Gênese da Expressão: Influências e Desenvolvimento Artístico
A jornada artística de Munch começou com treinamento formal na Escola Real de Arte e Design em Kristiania (Oslo), mas foi seu encontro com os círculos boêmios e a filosofia niilista de Hans Jæger que realmente incendiou sua criatividade. Jæger incentivou Munch a abandonar os estilos acadêmicos convencionais e, em vez disso, mergulhar nas profundezas de sua própria experiência subjetiva, um conceito que ele chamou de “pintura da alma”. Essa mudança crucial marcou o início do estilo distinto de Munch – caracterizado por emoção crua, formas distorcidas e rejeição da representação naturalista. Suas viagens a Paris na década de 1890 o expuseram ao movimento pós-impressionista em ascensão, onde absorveu influências de artistas como Paul Gauguin, Vincent van Gogh e Henri de Toulouse-Lautrec. O uso ousado da cor, as pinceladas expressivas e a intensidade psicológica desses mestres ressoaram profundamente com as inclinações artísticas de Munch. Ele não estava simplesmente imitando suas técnicas; estava sintetizando-as em algo exclusivamente seu – uma linguagem visual capaz de transmitir as emoções humanas mais profundas e perturbadoras. Seu tempo em Berlim também se mostrou crucial, aproximando-o do dramaturgo August Strindberg, cuja exploração de temas psicológicos alimentou ainda mais suas investigações artísticas.
Visões Icônicas: Principais Obras e seu Peso Simbólico
A obra de Munch é povoada por imagens que se tornaram profundamente arraigadas na consciência coletiva. O Grito, talvez sua obra mais icônica, transcende seu status de pintura para se tornar um símbolo universal da angústia existencial. A paisagem turbulenta e a face contorcida da figura incorporam um grito primal contra a indiferença do universo. Madonna, uma peça controversa e profundamente pessoal, explora temas de sexualidade, maternidade e mortalidade com uma franqueza inquietante. Motivos recorrentes como A Criança Doente – inspirada na perda de sua irmã Sophie – servem como lembretes pungentes do trauma da infância de Munch e do espectro sempre presente da morte. Melancolia I & II, representações poderosas de profunda tristeza e isolamento, revelam uma vulnerabilidade que é ao mesmo tempo profundamente pessoal e universalmente identificável. Essas obras não são meramente representações da realidade externa; são janelas para a alma do artista, oferecendo aos espectadores um vislumbre implacável dos cantos mais escuros da psique humana. Munch não tinha como objetivo criar imagens bonitas; ele buscou transmitir a verdade – mesmo que essa verdade fosse dolorosa e perturbadora.
Um Legado Duradouro: Significado Histórico e Influência Contínua
A contribuição de Edvard Munch para a arte moderna é imensurável. Ele se destaca como uma figura fundamental no desenvolvimento do Expressionismo, abrindo caminho para artistas que priorizaram a emoção subjetiva sobre a representação objetiva. Sua exploração implacável de experiências humanas universais – amor, perda, ansiedade e morte – continua a ressoar com o público hoje, solidificando seu lugar como uma das figuras mais influentes e duradouras da história da arte. Seu trabalho impactou profundamente as gerações subsequentes de artistas, influenciando movimentos como o Expressionismo Alemão e além. Ele ousou confrontar os aspectos mais sombrios da condição humana, desafiando noções convencionais de beleza e representação artística. Mesmo após alcançar fama e reconhecimento – culminando na criação do Museu Munch em Oslo – sua vida pessoal permaneceu turbulenta, marcada por períodos de instabilidade mental e isolamento. No entanto, apesar de tudo, ele continuou a criar, deixando para trás um corpo de trabalho que continua a provocar, desafiar e inspirar. O legado de Munch não se resume apenas às pinturas em si; trata-se da coragem de confrontar as complexidades da existência humana e traduzir essas experiências em arte que fala às partes mais profundas do nosso ser.
Edvard Munch
1863 - 1944 , Suécia
Informações Rápidas
- Artistas Que O Influenciaram:
- Paul Gauguin
- Van Gogh
- Toulouse-Lautrec
- Artistas/Movimentos Influenciados: ['Expressionismo Alemão']
- Data Da Morte: 23 de janeiro de 1944
- Data De Nascimento: 12 de dezembro de 1863
- Local De Nascimento: Ådalsbruk, Suécia
- Movimento Artístico: Expressionismo
- Nacionalidade: Norueguês
- Nome Completo: Edvard Munch
- Obras Notáveis:
- O Grito
- Madonna
- A Criança Doente

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