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Folha de referência

Folha de referência: Onement I

O registro completo de Onement I

Nome Turma Data

Barnett Newman, Onement I (1948), MoMA - Museu de Arte Moderna. Reproduzido para fins de referência; todos os direitos reservados ao detentor dos direitos. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
Barnett Newman allpaintingsstore.com/pt/artists/barnett-newman_pt/
Datas do artista
1905 – 1970
Pintura a óleo
1948
Técnica
Oil On Canvas
Dimensões originais
69 x 41 cm
Movimento
Color Field Painting Huge areas of flat, soft colour meant to be felt rather than read as a picture of anything.
Período
Modern
Realizado em
MoMA - Museu de Arte Moderna allpaintingsstore.com/pt/museums/moma-museum-of-modern-art-new-york-city_pt/
Artistic style
Abstract Expressionism
Influences
Surrealism
Notable elements or techniques
Vertical zips, Flat color areas
Subject or theme
Spiritual exploration

No contexto

Onement I — Barnett Newman

Qual é o tamanho?

As dimensões originais são 69 × 41 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Quando foi pintado?

  1. 1900
  2. 1910
  3. 1920
  4. 1930
  5. 1940
  6. 1950
  7. 1960
  8. 1970

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 65 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 43. O artista viveu até aos 65. 6 das 64 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de Barnett Newman (1905–1970) ▲ esta obra, 1948 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1950 Principais anos de atividade: 1950–1965 Obras tardias: a partir de 1965

Essas três faixas dividem as obras datadas neste catálogo em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a trajetória do artista neles traçada

Comparar com

  • Black Fire I, 1963 allpaintingsstore.com/pt/art/barnett-newman-black-fire-i-8XXPNS-pt/
  • Prometheus Bound allpaintingsstore.com/pt/art/barnett-newman-prometheus-bound-D3YGEL-en/
  • Be I, 1970 allpaintingsstore.com/pt/art/barnett-newman-be-i-D2DRCW-en/

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: allpaintingsstore.com/pt/art/similar/barnett-newman-onement-i-D3JBV3-en/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Walnut #714439

    Paleta catalogada

    • #714439
    • #C86536
    • #78473B
    • #A75833

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Earthy A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Walnut
    Intensidade
    Balanced O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Serene O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Unified Palette A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Shadow O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Balanced Soft Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de Barnett Newman nos últimos doze meses — 16 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 China 35,7%2.500 visitas
    2. 2 Estados Unidos da América 12,9%900 visitas
    3. 3 Colômbia 8,6%600 visitas
    4. 4 Reino Unido 8,6%600 visitas
    5. 5 França 7,1%500 visitas
    6. 6 Alemanha 4,3%300 visitas
    7. 7 Itália 4,3%300 visitas
    8. 8 Bélgica 2,9%200 visitas
    9. 9 Quénia 2,9%200 visitas
    10. 10 México 2,9%200 visitas
    11. · 6 outros países 9,8%700 visitas

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 20 obras mais visualizadas de Barnett Newman

    1. 1 Vir Heroicus Sublimis, 1950 21,8%2.600 visitas
    2. 2 Black Fire I, 1963 16,8%2.000 visitas
    3. 3 Prometheus Bound 13,4%1.600 visitas
    4. 4 Onement I, 1948 esta obra 6,7%800 visitas
    5. 5 Dionysius, 1949 4,2%500 visitas
    6. 6 Canto VII, 1963 3,4%400 visitas
    7. 7 Voice of Fire, 1967 3,4%400 visitas
    8. 8 Be I, 1970 2,5%300 visitas
    9. 9 Onement I 2,5%300 visitas
    10. 10 Canto XV, 1964 1,7%200 visitas
    11. 11 The Song of Orpheus, 1944 1,7%200 visitas
    12. 12 Canto XIV, 1964 1,7%200 visitas
    13. 13 Jericho, 1969 1,7%200 visitas
    14. 14 Seventh Station, 1964 1,7%200 visitas
    15. 15 Broken Obelisk, 1969 1,7%200 visitas
    16. 16 Canto XII, 1964 1,7%200 visitas
    17. 17 Untitled, 1946 1,7%200 visitas
    18. 18 Be I, 1970 1,7%200 visitas
    19. 19 Midnight Blue, 1970 1,7%200 visitas
    20. 20 Who’s Afraid of Red, Yellow and Blue II 0,8%100 visitas

    Juntas, estas obras representam 92,5% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 69 obras deste artista, das quais 29 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ocupa a 4 posição entre elas, com 6,7% dessa atenção (800 visitas). Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Sobre esta obra

    Onement I — Barnett Newman

    A Singular Vision: The Dawn of Color Field Painting

    In the landscape of twentieth-century modernism, few works possess the quiet, seismic power of Barnett Newman’s Onement I. Completed in 1948, this masterpiece serves as a profound emblem of Abstract Expressionism and stands as a foundational cornerstone for the Color Field movement. To encounter this painting is to witness a pivotal moment in art history where the boundaries of representation were irrevocably dissolved, replaced by an exploration of pure perception. Newman, moving away from the surrealist influences of his early career, sought a visual language that could articulate the profound spiritual anxieties and existential longings of the post-war era. In doing so, he created more than just a painting; he crafted a meditative space where color and form converge to touch the sublime.

    The composition of Onement I is a masterclass in radical simplification. Measuring 69 x 41 cm, the work utilizes oil on linen to establish a striking, dualistic atmosphere. The artist meticulously employed masking techniques to delineate two distinct zones of color: a deep, resonant maroon that anchors the lower portion of the canvas, and a vibrant, radiating orange-red that emerges from the upper section. This horizontal division is not merely a structural choice but a deliberate attempt to establish spatial relationships that transcend traditional perspective. The way the colors meet creates a tension that feels both grounded and ethereal, inviting the viewer to lose themselves in the subtle gradations of pigment.

    Symbolism and the Divine Presence

    Beyond its formalist brilliance, Onement I is steeped in deep philosophical and biblical symbolism. Newman’s work often sought to bridge the gap between the human experience and the divine, and this piece is no exception. The horizontal band of color acts as a visual metaphor for the Pillar of Fire that descended from Heaven during Moses’ journey through the Exodus—a symbol of guidance, light, and transcendence. This "zip" or division serves to both separate and unite the canvas, mirroring the way spiritual revelation can divide the mundane world from the sacred. For the collector or enthusiast, this layer of meaning transforms the painting from a purely aesthetic object into a profound vessel for contemplation.

    The emotional impact of the work lies in its ability to evoke a sense of awe through minimalism. There is no narrative to follow, no recognizable figure to cling to; there is only the raw, unmodulated presence of color. This creates an immersive environment that can alter the atmosphere of any space it inhabits. For interior designers and curators, Onement I offers a unique opportunity to introduce a focal point of intellectual depth and sophisticated calm. It is a piece that demands attention not through noise, but through a powerful, silent resonance that lingers in the mind long after the initial viewing.

    A Timeless Addition to the Modern Collection

    Owning or displaying a high-quality reproduction of Onement I allows one to bring the revolutionary spirit of New York's mid-century avant-garde into a contemporary setting. The painting’s bold palette and clean, geometric precision make it an ideal companion for modern, minimalist, or even classical interiors, providing a sophisticated anchor that complements diverse design aesthetics. Whether viewed as a historical artifact of the Abstract Expressionist movement or as a contemporary study in color and light, this work remains a vital, breathing part of the art canon.

    Artista e museu

    Artista

    Barnett Newman

    Nascido em Nova Iorque, Estados Unidos

    A Pioneer of Abstract Expressionism: The Life and Art of Barnett Newman

    Barnett Newman, born in 1905 in New York City to Jewish immigrant parents from Poland, emerged as a pivotal figure in the landscape of American art. His journey wasn’t one of immediate recognition but rather a slow burn of artistic exploration and philosophical inquiry that ultimately redefined the possibilities of abstract painting. Initially studying at the Art Students League and later at the City College of New York, Newman absorbed the influences of his time – the burgeoning Cubism of Picasso and the vibrant color palettes of Matisse were early touchstones. However, he soon felt constrained by these established modes of representation, sensing a need to forge a new visual language capable of expressing the anxieties and spiritual longings of the post-war era. He even destroyed much of his earlier representational work, a deliberate act signifying his commitment to an entirely new artistic path. This period of self-imposed creative destruction was crucial; it cleared the ground for the radical simplicity that would come to define his mature style.

    Newman’s formative years were marked by intellectual curiosity and engagement with philosophy—a passion that would permeate throughout his life's work. He pursued a degree in Philosophy at City College of New York, where he wrestled with existential questions and developed a profound appreciation for the power of thought to illuminate the human condition. This philosophical grounding profoundly shaped his artistic vision, informing his rejection of traditional representational conventions and propelling him toward the exploration of abstract forms as vehicles for conveying spiritual truths. He was driven by a conviction that art could transcend mere visual perception, accessing realms of emotion and consciousness beyond the grasp of language.

    The Birth of the “Zip” and the Expansion of Color

    Newman’s breakthrough arrived with the development of what he famously termed "zips"—vertical bands of color that bisect vast fields of monochrome hues. These weren't merely lines; they were dynamic forces, asserting presence within the expansive emptiness of the canvas. His first solo exhibition in 1943 at Betty Parsons Gallery marked a significant step, though initial reactions were mixed. Critics questioned his austere aesthetic and struggled to grasp its emotional resonance. It was with works like Onement VI (1950-51) that Newman truly established his signature aesthetic. The painting’s sheer scale and austere composition—a single red zip dividing the canvas into fields of orange and red—were revolutionary. Vir Heroicus Sublimis (1958-60), a monumental work, further solidified this approach, its multiple zips creating a sense of spatial depth and evoking feelings of awe and contemplation. The “zip” wasn’t simply an aesthetic device; it was a structural element that simultaneously divided and united the canvas, acting as a symbolic marker of human presence within the infinite. Newman believed that he reached his fully distinct, signature style with the Onementseries (from 1948). He meticulously crafted these canvases—often reaching dimensions exceeding ten feet—employing a technique characterized by monumental scale and uncompromising simplicity. The resulting paintings are imbued with an almost meditative quality, inviting viewers to contemplate the vastness of space and the profound mysteries of existence.

    Newman’s artistic journey was marked by experimentation and innovation. He initially dabbled in Surrealist techniques, embracing dreamlike imagery and exploring subconscious associations—a stylistic detour that ultimately served as a springboard for his subsequent development of abstract expressionism. However, he swiftly abandoned representational art altogether, recognizing its limitations in conveying the spiritual dimensions he sought to capture. Instead, he embraced the radical simplicity of color field painting, prioritizing pure hues and minimal compositional elements. This decision reflected Newman’s conviction that art could communicate truths beyond the realm of visual perception—truths rooted in emotion, intuition, and a yearning for transcendence. He famously declared: “We are in the process of making the world, to a certain extent, in our own image.”

    Newman's legacy extends far beyond his artistic output. He was a vocal advocate for intellectual freedom and social justice, actively engaging in political activism and championing progressive causes throughout his life. His unwavering commitment to these values mirrored his belief that art had a moral responsibility—to confront uncomfortable realities and inspire individuals to strive for a more compassionate and enlightened world. Barnett Newman died in 1970, leaving behind an indelible mark on the history of modern art and cementing his place as one of America’s most influential painters. His paintings continue to resonate with audiences today, prompting contemplation about the nature of consciousness, spirituality, and the sublime—a testament to the enduring power of abstract expressionism and Newman's singular vision.

    Museu

    MoMA - Museu de Arte Moderna

    Em exibição em Nova York, Estados Unidos da América

    Origens e História do MoMA - Museu de Arte Moderna

    As fundações do MoMA - Museu de Arte Moderna foram lançadas em 1929. Concebida por Abby Aldrich Rockefeller, Lillie P. Bliss e Mary Quinn Sullivan, a instituição emergiu durante um período de profunda transição global. Abriu as suas portas ao público em 7 de novembro de 1929, estabelecendo um espaço dedicado ao radical e ao experimental. Este momento histórico colocou o museu no centro de um cenário cultural em mutação, oferecendo um lar para obras que desafiavam a linguagem visual estabelecida da época.

    Os primeiros anos do museu decorreram no Heckscher Building, na Fifth Avenue. Esta localização inicial proporcionou o espaço necessário para uma coleção que procurava transcender as fronteiras tradicionais. A instituição demonstrou um compromisso precoce com as novas mídias, tornando-se o primeiro museu nos Estados Unidos a colecionar cinema. Esta decisão reconheceu a importância das imagens em movimento como uma forma legítima de expressão artística, uma visão de futuro que continua a influenciar a amplitude da coleção nos dias de hoje.

    A Arquitetura e o Design do Museu

    A presença física da instituição em Midtown Manhattan reflete uma expansão significativa de escala e propósito. Localizado na Rua 53, entre a Quinta e a Sexta Avenidas, o espaço evoluiu de uma modesta coleção de apenas seis salas em 1929 para um complexo vasto de 65.775 metros quadrados. A atual localização na West 53rd Street, estabelecida em 1939, carrega a influência do design dos arquitetos Philip L. Goodwin e Edward Durell Stone, uma estrutura que oferece a base fundamental para a imensa variedade de mídias abrigadas em suas paredes.

    Uma transformação profunda ocorreu em 2004, quando uma renovação liderada pelo arquiteto japonês Yoshio Taniguchi reimaginou a lógica espacial do museu. Esta intervenção focou no jogo entre luz e volume, criando uma atmosfera de serenidade luminosa. O design prioriza a luz natural, permitindo que o sol flua através de janelas expansivas para o átrio. Este uso deliberado de luz e espaço cria um ambiente imersivo, onde a arquitetura sustenta a contemplação silenciosa dos objetos em exibição.

    Uma Coleção de Arte Diversa e Extensa

    A coleção estende-se desde o final do século XIX até os dias atuais, oferecendo um registro contínuo da evolução artística. Ela abrange mais de 150.000 pinturas, esculturas, desenhos, gravuras, fotografias, modelos arquitetônicos e objetos de design. Estas obras coexistem com um vasto arquivo de mídias, incluindo aproximadamente 22.000 filmes e quatro milhões de fotogramas. Esta amplitude permite um encontro direto com as linguagens mutáveis da expressão visual ao longo de mais de um século.

    Para além das telas tradicionais, o acervo inclui mais de 200.000 obras de arquitetura e design, desenho, pintura, escultura, fotografia, gravuras, livros ilustrados e de artista, cinema e mídia eletrônica. A escala desta acumulação é sustentada pela Biblioteca do MoMA - Museu de Arte Moderna, que contém cerca de 300.000 livros e catálogos de exposições. Tal profundidade garante que a instituição funcione como um repositório tanto para o objeto físico quanto para a documentação teórica do pensamento moderno.

    Starry Night, 1889 - Vincent Willem Van Gogh

    Three Musicians, 1921 - Pablo Picasso

    The Young Ladies of Avignon, 1907 - Pablo Picasso

    The Menaced Assassin, 1927 - René Magritte

    Sleeping Gypsy, 1897 - Henri Julien Félix Rousseau (Le Douanier)

    Joan Miró- Catalan Landscape (The Hunter), 1924 - Joan Miró

    Obras-primas da Coleção Permanente

    A presença de Vincent van Gogh em Starry Night (1889) domina o espaço com suas pinceladas turbulentas e um vórtice de emoção em constante movimento. A tela captura um céu noturno que parece pulsar com vida, refletindo um profundo turbilhão interior através de sua textura densa e expressiva. Próximo a essa intensidade emocional, Les Demoiselles d’Avignon (1907), de Pablo Picasso, oferece um tipo de vigor distinto. Suas formas fragmentadas e perspectivas disruptivas desafiaram as noções tradicionais de beleza, alterando fundamentalmente a percepção da representação através de sua geometria cubista radical.

    A natureza e o consumismo encontram seu lugar entre estas paredes por meio de obras que definem diferentes eras do pensamento. Reflections of Clouds on the Water-Lily Pond (tryptich, center panel) (1920), de Claude Monet, convida a uma contemplação serena do mundo natural. Em contraste, a energia elétrica da América do pós-guerra é sentida nas impressões em serigrafia de Andy Warhol. Estas obras, incluindo suas icônicas Campbell Soup Cans, transformam objetos mundanos em símbolos da produção em massa e das transformações da paisagem social.

    Starry Night, 1889

    Les Demoiselles d’Avignon, 1907

    Reflections of Clouds on the Water-Lily Pond (tryptich, center panel), 1920

    Campbell Soup Cans, 1962

    Exposições e Atividades de Pesquisa

    O museu tem funcionado, há muito tempo, como um território para a redefinição das fronteiras artísticas. Um momento significativo nesta história ocorreu em 1936, com a exposição “Cubismo e Arte Abstrata”, que ajudou a estabelecer novas formas de compreender as formas não representativas. A abordagem curatorial busca consistentemente desafiar o conhecimento estabelecido, apresentando obras que rompem com as expectativas tradicionais. Esse compromisso com a experimentação estende-se ao MoMA PS1, localizado no bairro de Long Island City, no Queens, que opera como uma afiliada contemporânea focada em ideias independentes e experimentais.

    A pesquisa e o rigor acadêmico formam o alicerce da influência desta instituição. A Biblioteca do MoMA contém um vasto repositório de conhecimento, incluindo mais de 1.000 títulos de periódicos e arquivos extensos sobre artistas individuais. Esses arquivos permitem um estudo profundo dos movimentos que moldaram a era moderna. A presença de recursos tão especializados garante que o diálogo entre os movimentos históricos e a prática contemporânea permaneça contínuo e rigoroso.

    Aquisições Modernas e Mídias Digitais

    As fronteiras da coleção permanente expandiram-se para abraçar a lógica interativa do design digital. Desde 2006, a instituição tem integrado videogames ao seu acervo, reconhecendo-os como artefatos significativos da interação contemporânea. Este movimento em direção às mídias digitais reflete um compromisso em preservar a evolução da forma como os seres humanos se envolvem com a tecnologia e o espaço virtual. O processo de seleção para estas obras baseia-se em quatro traços específicos de design de interação: comportamento, estética, espaço e tempo.

    A inclusão do software como arte exige um foco na mecânica do jogo e na arquitetura dos ambientes digitais. Em vez de se concentrar no mero entretenimento, o museu examina como estas obras utilizam o código e a interface para criar experiências significativas. A primeira aquisição nesta categoria ocorreu em 2008, marcando uma mudança na forma como a instituição define os objetos dignos de preservação. Atualmente, a coleção contém trinta e cinco videogames e um console de jogos, garantindo que o pulso digital da era moderna seja documentado ao lado das mídias tradicionais.

    Feng Mengbo, Long March: Restart, 2008

    Onde ler mais

    Todos os dados que temos sobre Onement I by Barnett Newman, na sua página de obra

    Encontre online

    QR code que direciona para a página de download de Onement I

    allpaintingsstore.com/pt/art/download/barnett-newman-onement-i-D3JBV3-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Newman, Barnett. Onement I. 1948, MoMA - Museu de Arte Moderna. https://allpaintingsstore.com/pt/art/barnett-newman-onement-i-D3JBV3-en/
    APA
    Newman, Barnett (1948). Onement I [Painting]. MoMA - Museu de Arte Moderna. https://allpaintingsstore.com/pt/art/barnett-newman-onement-i-D3JBV3-en/
    Chicago
    Barnett Newman. Onement I. 1948. MoMA - Museu de Arte Moderna. https://allpaintingsstore.com/pt/art/barnett-newman-onement-i-D3JBV3-en/
    Harvard
    Newman, Barnett (1948) Onement I. MoMA - Museu de Arte Moderna. Available at: https://allpaintingsstore.com/pt/art/barnett-newman-onement-i-D3JBV3-en/

    Observe de perto

    Onement I — Barnett Newman

    Observe de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. O nosso catálogo classifica esta obra sob: red line, brown background, color field. Concorda? O que acrescentaria ou removeria?
    4. Relembre Black Fire I (1963), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    5. Color Field Painting: Huge areas of flat, soft colour meant to be felt rather than read as a picture of anything. Onde você pode observar isso nesta obra?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Quiz de arte

    Onement I — Barnett Newman

    O quanto você conhece esta obra de arte?

    Selecione uma resposta para cada uma das 5 perguntas abaixo. Cada uma possui exatamente uma resposta correta.

    1. 1. What is the primary artistic style associated with Barnett Newman's "Onement I"?

      • A Cubism
      • B Impressionism
      • C Color Field Painting
    2. 2. The painting features a prominent element – what is it?

      • A A portrait of Newman
      • B A landscape scene
      • C A vertical line or "zip"
    3. 3. In what year was “Onement I” created?

      • A 1920
      • B 1948
      • C 1965
    4. 4. What is the dominant color palette used in "Onement I"?

      • A Bright blues and greens
      • B Warm reds and yellows
      • C Monochromatic browns
    5. 5. “Onement I” exemplifies a key concept within Abstract Expressionism – how does it relate to the artist's exploration of emotion?

      • A It aims to depict realistic representations of nature.
      • B It seeks to convey spiritual contemplation and transcendence.
      • C It focuses on capturing fleeting moments in time

    Minha pontuação: ____ de 5

    Gabarito — para o professor

    Isto inicia uma nova página impressa, de modo que ela pode simplesmente ser omitida das cópias.

    1C · 2C · 3C · 4A · 5B

    Confira qualquer resposta comparando com o registro do catálogo desta pintura

    Perguntas e Respostas

    Que atmosfera "Onement I" traria para um ambiente?

    "Onement I", de Barnett Newman possui uma atmosfera Minimalist e é recomendado para um(a) Office. O clima é o que a obra traz para o espaço ao seu redor.

    Qual cor mais se destaca em "Onement I"?

    A cor que mais se destaca em "Onement I" é Walnut (#714439). A cor dominante é útil ao combinar uma obra de arte com um ambiente interno.

    "Onement I" permaneceu no país de origem do seu artista?

    Não – a obra de arte encontra-se no exterior. Barnett Newman nasceu em Estados Unidos, e o original de "Onement I" encontra-se num museu em Estados Unidos da América.