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Guia de Obras de Estudantes

Sem título

Nome Turma Data

sameer makarius, Sem título (1953), Centro Cultural Banco do Brasil. Reproduzido para fins de referência; todos os direitos reservados ao detentor dos direitos.

Informações principais

Artista
sameer makarius allpaintingsstore.com/pt/artists/sameer-makarius/
Datas do artista
1924 – 2009
Pintura
1953
Dimensões originais
67 x 35 cm
Movimento
Geometric Abstraction Abstraction built strictly from squares, circles and straight edges rather than free gesture.
Realizado em
Centro Cultural Banco do Brasil allpaintingsstore.com/pt/museums/centro-cultural-banco-do-brasil-rio-de-janeiro-rio-de-janeiro_pt/

No contexto

Sem título — sameer makarius

Dimensões

As dimensões originais são 67 × 35 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Ano de criação

  1. 1920
  2. 1930
  3. 1940
  4. 1950
  5. 1960
  6. 1970
  7. 1980
  8. 1990
  9. 2000

Sombreado: a trajetória de sameer makarius (1924–2009) ▲ esta obra, 1953

Obras comparáveis

  • Untitled, 1950 allpaintingsstore.com/pt/art/sameer-makarius-untitled-AQSVJ5-en/

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Paleta de cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Gray #807c59

    Paleta catalogada

    • #807C59
    • #4A452C
    • #24080C
    • #5A5D3C
    Nome da cor principal
    Gray
    Intensidade
    Balanced O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Gentle O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Strong Color Unity A forma como as cores interagem entre si, desde o contraste marcante até a total harmonia.
    Brilho
    Shadow O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Balanced Soft Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Artista e museu

    Artista

    sameer makarius

    The Nomadic Vision of Sameer Makarius

    The life of Sameer Makarius was a profound journey across borders, much like the layered and textured canvases he created. Born in Egypt in 1924, his early years were shaped by the shifting tides of mid-century Europe. Moving between Egypt, Germany, and Hungary during the turbulent decades of the 1930s and 1940s, Makarius developed a cosmopolitan perspective that would later define his artistic identity. It was in Budapest, amidst the shadows of World War II, that he truly found his voice as a painter. By 1944, he had emerged as a significant figure in the non-figurative movement, participating in the city's first exhibitions of abstract art and establishing himself as a founding member of the Hungarian Concrete Art Group. This period of intense experimentation within the European School instilled in him a lifelong commitment to the avant-garde, blending the precision of geometric abstraction with a deep, subconscious exploration of form.

    In 1953, a pivotal chapter began when Makarius settled in Buenos Aires, a move that would forever intertwine his Egyptian roots with Argentine culture. This transition marked more than just a change in geography; it was an immersion into a burgeoning scene of abstract experimentation. In Argentina, his work expanded to encompass not only the canvas but also the lens. As a photographer and historian, he became one of the most prolific chroniclers of Buenos Aires during the 1950s and 60s. Carrying his Leica and Olympus cameras through the bustling streets, he sought to capture the soul of his new home, treating photography not merely as documentation but as a high art form. His dedication to this medium led him to co-found the Grupo Forum, a collective dedicated to elevating photography's status within the artistic hierarchy.

    A Synthesis of Abstraction and Identity

    The aesthetic language of Makarius is a captivating dialogue between structure and emotion. His paintings are often characterized by complex, layered geometric forms that seem to emerge from and recede into textured surfaces. This technique creates a sense of depth and mystery, inviting the viewer to look beyond the surface into a realm of symbolic resonance. Influenced heavily by the Surrealist principles of André Breton and Joan Miró, his work often evokes dreamlike landscapes that grapple with themes of memory, identity, and the human psyche. There is a palpable tension in his oeuvre between the rigid discipline of Concrete Art and the fluid, evocative nature of his more atmospheric compositions.

    Beyond his personal practice, Makarius was a vital architect of the Argentine art scene. He was a co-founder of the influential Otra Figuración group, working alongside luminaries such as Jorge de la Vega, Ernesto Deira, Rómulo Macció, and Luis Felipe Noé. This involvement placed him at the heart of a movement that sought to redefine visual aesthetics through a more expressive, often visceral approach to painting. His scholarly contributions were equally significant; he authored essential texts on the history of Argentine photography, documenting the evolution of the medium from 1840 to 1981, and published works like Buenos Aires y su gente that captured the cultural pulse of his adopted city.

    The legacy of Sameer Makarius is preserved in some of the world's most prestigious institutions, ensuring that his nomadic spirit continues to inspire. His work serves as a bridge between the European avant-garde and Latin American modernism, representing a unique intersection of history and art. To study his life is to witness the power of movement and adaptation, seeing how an artist can take the fragments of a displaced life and weave them into a cohesive, enduring masterpiece of global significance.

    Key Artistic Movements: Concrete Art, Surrealism, Abstract Avant-Garde, Otra Figuración.

    Major Contributions: Co-founder of Grupo Forum and Otra Figuración; Author of foundational texts on Argentine photography.

    Notable Collections: The Museum of Modern Art (New York), Tate Modern (London), Centre Pompidou (Paris), and Museo Reina Sofía (Madrid).

    Museu

    Centro Cultural Banco do Brasil

    Em exibição em Rio de Janeiro, Brasil

    Uma Joia da Cultura Brasileira: O Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro

    Aninhado no coração da histórica Zona Central do Rio de Janeiro, em frente ao vibrante Largo da Candelária, ergue-se um edifício que é muito mais do que apenas tijolos e argamassa – é um testemunho vivo da alma artística do Brasil. O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) Rio de Janeiro não é meramente um museu; é uma experiência imersiva, uma jornada cuidadosamente curada através da arte brasileira, do teatro, do cinema e do próprio espírito de seu povo. Concebida originalmente como a sede da Associação Comercial do Rio de Janeiro em 1880, esta obra-prima arquitetônica passou por uma transformação dramática ao ser adquirida pelo Banco do Brasil na década de 1920, florescendo finalmente no dinâmico centro cultural que é hoje. Sua história é uma narrativa de preservação e reinvenção, fundindo perfeitamente a elegância Art Déco com a criatividade contemporânea – um reflexo da própria identidade em constante evolução do Brasil.

    O próprio edifício é um convite imediato, um exemplo deslumbrante do Modernismo brasileiro. Projetado pelo arquiteto Francisco Joaquim Béthencourt da Silva, trata-se de uma sinfonia de pedra e luz, ostentando colunas imponentes, ornamentação intrincada e uma escadaria de mármore de tirar o fôlego que parece ascender aos céus. Os padrões geométricos da fachada sugerem os tesouros que guardam seu interior, enquanto o ambiente interno mantém uma atmosfera de grandeza refinada – uma escolha deliberada para honrar o rico passado do edifício enquanto abraça o futuro. O CCBB Rio de Janeiro ergue-se como um poderoso símbolo do patrimônio cultural brasileiro, convidando os visitantes a retroceder no tempo e conectar-se com o legado artístico da nação.

    Significância Arquitetônica:

    Um exemplo primoroso da arquitetura Art Déco brasileira, exibindo padrões geométricos e materiais luxuosos.

    Contexto Histórico:

    Originalmente a sede da Associação Comercial do Rio de Janeiro, posteriormente transformada na agência central do Banco do Brasil.

    Localização:

    Estrategicamente situado no Largo da Candelária, proporcionando fácil acesso tanto para moradores quanto para turistas.

    Um Calidoscópio de Expressões Artísticas

    A programação do CCBB Rio de Janeiro é notavelmente diversa, atendendo a uma ampla gama de interesses e sensibilidades. Em seu cerne, reside uma impressionante coleção de exposições de arte brasileira e internacional – desde mestres consagrados até talentos emergentes. Mas as ofertas do centro estendem-se muito além das artes visuais; trata-se de um verdadeiro polo multidisciplinar. Ao longo do ano, encontram-se performances teatrais cativantes, que variam de grandes produções a espetáculos experimentais íntimos, um cinema vibrante que exibe desde filmes brasileiros independentes até blockbusters internacionais, e uma biblioteca abrangente que oferece acesso a uma riqueza de conhecimento. O espaço verdadeiramente respira com energia criativa.

    Notavelmente, o CCBB Rio de Janeiro tem sediado consistentemente exposições que conquistaram aclamação internacional. A apresentação em 2015 de “Picasso e a Modernidade Espanhola” alcançou reconhecimento global como a exposição pós-impressionista e moderna mais visitada do mundo, atraindo um número extraordinário de visitantes e consolidando a reputação do centro como um destino cultural de primeira grandeza. Este sucesso não foi um incidente isolado; o CCBB cura constantemente exposições que provocam diálogos, desafiam perspectivas e celebram o poder da arte de transcender fronteiras. A instituição não foge de projetos ambiciosos, apresentando frequentemente retrospectivas de grande escala e explorações temáticas que mergulham nas complexidades dos movimentos artísticos e das visões criativas individuais.

    Ecos de Mestres Brasileiros

    Mergulhar mais profundamente na coleção revela uma gama fascinante de artistas brasileiros cujas obras refletem a diversidade do cenário cultural do país. O acervo do museu inclui obras significativas de Francisco Togni, conhecido por suas representações evocativas da São Paulo industrial – particularmente “Utilitário Centro Cultural (lado B)”, que captura a essência da cidade através de formas geométricas e tons frios. A coleção também apresenta peças de Hélio Oiticica, um artista neoconcreto pioneiro cujo uso inovador da cor, arte ambiental e instalações imersivas expandiu os limites da expressão artística. Rubens Teixeira Scavone, célebre romancista e artista, também está representado, exibindo sua mistura única de criatividade e perspicácia.

    Estes artistas, juntamente com muitos outros, contribuem para uma rica tapeçaria do patrimônio artístico brasileiro. O CCBB Rio de Janeiro serve como uma plataforma vital para a exibição de seus trabalhos, garantindo que seus legados continuem a inspirar as gerações futuras. O compromisso do museu em representar vozes diversas no mundo da arte brasileira é um testemunho de sua dedicação à inclusão cultural e à preservação.

    Um Legado Forjado em Exposições Históricas

    Além dos artistas individuais, o CCBB Rio de Janeiro tem consistentemente realizado exposições que cativaram públicos e obtiveram reconhecimento internacional. A apresentação de 2015 de “Picasso e a Modernidade Espanhola” alcançou reconhecimento mundial como a exposição pós-impressionista e moderna mais visitada do planeta, atraindo um número impressionante de visitantes e solidificando a reputação do centro como um destino cultural primordial. Este sucesso não foi um caso isolado; o CCBB cura constantemente exposições que despertam o diálogo, desafiam perspectivas e celebram o poder da arte para transcender fronteiras. A instituição não recua diante de projetos ambiciosos, apresentando frequentemente retrospectivas de grande escala e explorações temáticas que mergulham nas complexidades dos movimentos artísticos e das visões criativas individuais.

    Mais que um Museu: Um Pulsar Cultural

    O que realmente diferencia o CCBB Rio de Janeiro é sua acessibilidade e abordagem abrangente da cultura. Não é simplesmente um lugar para observação passiva; é um ambiente imersivo projetado para envolver, inspirar e promover uma apreciação mais profunda pelas artes. Sua localização central, próxima ao Largo da Candelária, garante fácil acesso tanto para locais quanto para turistas, tornando o enriquecimento cultural prontamente disponível a todos. O CCBB é um espaço onde se pode perder nas pinceladas de uma obra-prima, ser movido por uma poderosa performance teatral ou descobrir novas perspectivas através do cinema independente – tudo sob um único e magnífico teto. Ele encarna a alma vibrante do Rio de Janeiro e serve como um marco cultural vital para o Brasil como um todo. É um lugar onde a arte respira, vive e se conecta com a comunidade em um nível profundo.

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    makarius, sameer. Sem título. 1953, Centro Cultural Banco do Brasil. https://allpaintingsstore.com/pt/art/sameer-makarius-sem-titulo-D935Q9-en/
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    makarius, sameer (1953). Sem título [Painting]. Centro Cultural Banco do Brasil. https://allpaintingsstore.com/pt/art/sameer-makarius-sem-titulo-D935Q9-en/
    Chicago
    sameer makarius. Sem título. 1953. Centro Cultural Banco do Brasil. https://allpaintingsstore.com/pt/art/sameer-makarius-sem-titulo-D935Q9-en/
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    makarius, sameer (1953) Sem título. Centro Cultural Banco do Brasil. Available at: https://allpaintingsstore.com/pt/art/sameer-makarius-sem-titulo-D935Q9-en/

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    Sem título — sameer makarius

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