Self-Portrait
Reprodução em Óleo Feita à Mão
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Self-Portrait
Técnica de Reprodução
Dimensões da Reprodução
-
Preço Total
$ 258
Descrição da Obra
A Descent into Inner Turmoil: The Haunting Vision of Edvard Munch
In the quiet, somber depths of 1916, Edvard Munch captured more than just his own likeness; he etched the very essence of human anxiety onto paper. His Self-Portrait stands as a profound testament to the psychological tremors that defined the early 20th century, serving as a window into an artist grappling with the shadows of his own existence. This is not merely a portrait of a man, but a visceral exploration of vulnerability and despair. Through the lens of Expressionism, Munch transcends the boundaries of traditional portraiture, inviting the viewer to witness a moment of intense introspection where the line between the external world and internal suffering begins to blur.
The composition is masterfully unsettling, drawing the eye immediately to the artist's face, which dominates the foreground with an arresting intensity. Munch’s hands instinctively rise to partially cover his features, a gesture that speaks volumes of shame, grief, or perhaps a desperate desire to retreat from the gaze of the world. Behind this central figure, a blurred cityscape emerges—a ghostly arrangement of buildings and a distant horse-drawn carriage that feels disconnected from the man's immediate agony. This use of skewed perspective and atmospheric blurring creates a sense of disorientation, mirroring the artist's own destabilized mental state and emphasizing his profound alienation from the urban environment surrounding him.
The Language of Monochrome and Motion
Technically, the work is a triumph of raw, gestural application. Eschewing the polished precision of realism, Munch utilized what appears to be charcoal or graphite to create a textured, almost frantic surface. The lines are expressive and chaotic, flowing with an emotional urgency that prioritizes feeling over anatomical accuracy. Every stroke feels heavy with intent, contributing to a sense of immediacy as if the artist were capturing a fleeting moment of psychological crisis before it vanished. This technique allows the shadows to bleed into the forms, creating a seamless integration between the figure and his environment.
The color palette is intentionally restricted, relying on a stark monochrome range of deep blacks and brilliant whites. This lack of color strips away any potential for warmth or comfort, leaving only the raw, skeletal truth of the subject. The high contrast heightens the drama, casting the figure in a harsh light that emphasizes the hollows of the face and the tension in the hands. For collectors and designers, this piece offers a sophisticated, timeless aesthetic; its monochromatic elegance allows it to serve as a powerful focal point in any curated space, bringing a sense of historical weight and intellectual depth to a room.
A Legacy of Emotional Resonance
To behold this self-portrait is to confront the universal experience of mortality and the fragility of the human psyche. Munch’s life was famously shadowed by the loss of loved ones to illness, and those themes of sickness and dread are woven into the very fabric of this work. The blurred background serves as a powerful symbol of the indifference of modern life, a world moving forward in its mechanical rhythm while the individual remains trapped in an internal loop of suffering. It is this profound emotional resonance that makes Munch’s work so enduringly relevant.
For those seeking to bring a piece of art history into their homes or galleries, a high-quality reproduction of this Self-Portrait offers more than just decoration. It provides an opportunity to engage with the foundational spirit of Expressionism. It is a conversation piece that invites contemplation, a somber yet beautiful addition to an interior that values depth, history, and the raw beauty of the human condition. Owning such a work is an act of preserving a moment of pure, unadulterated truth captured by one of the greatest visionaries of the modern age.
Obras Relacionadas
Biografia do Artista
Uma Vida Imersa em Sombras: O Mundo de Edvard Munch
Edvard Munch, nascido em 1863 no cenário austero da Noruega, foi um artista cuja obra se tornou sinônimo das ansiedades e turbulências emocionais da era moderna. Sua vida, profundamente marcada pela perda e por uma melancolia persistente, serviu como a fonte primordial de sua arte expressiva. Desde uma infância assombrada pelas mortes prematuras de sua mãe e irmã – ambas vítimas da tuberculose – Munch desenvolveu uma obsessão inquietante pela mortalidade, doença e fragilidade da existência humana. Essas experiências não eram meros detalhes biográficos; tornaram-se o núcleo de sua visão artística, alimentando uma exploração implacável do interior, dos medos, da dor e da saudade. A crença religiosa estrita de seu pai e suas próprias lutas contra a doença mental contribuíram para um sentimento de pavor que permeou o mundo de Munch, moldando não apenas sua vida pessoal, mas também a linguagem simbólica de suas pinturas. Ele não se limitava a retratar cenas; externalizava um estado interno, traduzindo angústia psicológica em forma visual.
A Gênese da Expressão: Influências e Desenvolvimento Artístico
A jornada artística de Munch começou com treinamento formal na Escola Real de Arte e Design em Kristiania (Oslo), mas foi seu encontro com os círculos boêmios e a filosofia niilista de Hans Jæger que realmente incendiou sua criatividade. Jæger incentivou Munch a abandonar os estilos acadêmicos convencionais e, em vez disso, mergulhar nas profundezas de sua própria experiência subjetiva, um conceito que ele chamou de “pintura da alma”. Essa mudança crucial marcou o início do estilo distinto de Munch – caracterizado por emoção crua, formas distorcidas e rejeição da representação naturalista. Suas viagens a Paris na década de 1890 o expuseram ao movimento pós-impressionista em ascensão, onde absorveu influências de artistas como Paul Gauguin, Vincent van Gogh e Henri de Toulouse-Lautrec. O uso ousado da cor, as pinceladas expressivas e a intensidade psicológica desses mestres ressoaram profundamente com as inclinações artísticas de Munch. Ele não estava simplesmente imitando suas técnicas; estava sintetizando-as em algo exclusivamente seu – uma linguagem visual capaz de transmitir as emoções humanas mais profundas e perturbadoras. Seu tempo em Berlim também se mostrou crucial, aproximando-o do dramaturgo August Strindberg, cuja exploração de temas psicológicos alimentou ainda mais suas investigações artísticas.
Visões Icônicas: Principais Obras e seu Peso Simbólico
A obra de Munch é povoada por imagens que se tornaram profundamente arraigadas na consciência coletiva. O Grito, talvez sua obra mais icônica, transcende seu status de pintura para se tornar um símbolo universal da angústia existencial. A paisagem turbulenta e a face contorcida da figura incorporam um grito primal contra a indiferença do universo. Madonna, uma peça controversa e profundamente pessoal, explora temas de sexualidade, maternidade e mortalidade com uma franqueza inquietante. Motivos recorrentes como A Criança Doente – inspirada na perda de sua irmã Sophie – servem como lembretes pungentes do trauma da infância de Munch e do espectro sempre presente da morte. Melancolia I & II, representações poderosas de profunda tristeza e isolamento, revelam uma vulnerabilidade que é ao mesmo tempo profundamente pessoal e universalmente identificável. Essas obras não são meramente representações da realidade externa; são janelas para a alma do artista, oferecendo aos espectadores um vislumbre implacável dos cantos mais escuros da psique humana. Munch não tinha como objetivo criar imagens bonitas; ele buscou transmitir a verdade – mesmo que essa verdade fosse dolorosa e perturbadora.
Um Legado Duradouro: Significado Histórico e Influência Contínua
A contribuição de Edvard Munch para a arte moderna é imensurável. Ele se destaca como uma figura fundamental no desenvolvimento do Expressionismo, abrindo caminho para artistas que priorizaram a emoção subjetiva sobre a representação objetiva. Sua exploração implacável de experiências humanas universais – amor, perda, ansiedade e morte – continua a ressoar com o público hoje, solidificando seu lugar como uma das figuras mais influentes e duradouras da história da arte. Seu trabalho impactou profundamente as gerações subsequentes de artistas, influenciando movimentos como o Expressionismo Alemão e além. Ele ousou confrontar os aspectos mais sombrios da condição humana, desafiando noções convencionais de beleza e representação artística. Mesmo após alcançar fama e reconhecimento – culminando na criação do Museu Munch em Oslo – sua vida pessoal permaneceu turbulenta, marcada por períodos de instabilidade mental e isolamento. No entanto, apesar de tudo, ele continuou a criar, deixando para trás um corpo de trabalho que continua a provocar, desafiar e inspirar. O legado de Munch não se resume apenas às pinturas em si; trata-se da coragem de confrontar as complexidades da existência humana e traduzir essas experiências em arte que fala às partes mais profundas do nosso ser.
Edvard Munch
1863 - 1944 , Suécia
Informações Rápidas
- Artistas Que O Influenciaram:
- Paul Gauguin
- Van Gogh
- Toulouse-Lautrec
- Artistas/Movimentos Influenciados: ['Expressionismo Alemão']
- Data Da Morte: 23 de janeiro de 1944
- Data De Nascimento: 12 de dezembro de 1863
- Local De Nascimento: Ådalsbruk, Suécia
- Movimento Artístico: Expressionismo
- Nacionalidade: Norueguês
- Nome Completo: Edvard Munch
- Obras Notáveis:
- O Grito
- Madonna
- A Criança Doente



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