Fatata te moua (also known as At the Big Mountain)
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Fatata te moua (also known as At the Big Mountain)
Técnica de Reprodução
Dimensões da Reprodução
-
Preço Total
$ 258
A Journey to the Heart of Tahiti: Unveiling Gauguin’s “Fatata te Moua”
Paul Gauguin's Fatata te moua, more commonly known as At the Big Mountain, isn’t merely a landscape painting; it’s an immersive portal into the vibrant soul of French Polynesia in 1892. Housed within the hallowed halls of The State Hermitage Museum in St. Petersburg, this oil on canvas transcends the boundaries of simple representation, inviting viewers to lose themselves in its serene yet profoundly charged atmosphere. It's a testament to Gauguin’s revolutionary approach to color and form, a pivotal work that solidified his place as a pioneer of modern art.
The scene unfolds against a dramatic backdrop: a towering mountain range dominates the horizon, its slopes shrouded in mist, while a colossal tree with leaves ablaze in shades of yellow stands sentinel before it. Scattered throughout this idyllic vista are several figures – men and women engaged in quiet activities, seemingly oblivious to the grandeur surrounding them. A lone fisherman casts his spear into the valley below, adding a touch of human presence to the otherwise untouched landscape. The composition is carefully orchestrated, utilizing aerial perspective to create a sense of depth that draws the eye towards the distant peaks and then back again to the intimate details of the foreground.
The Synthetist Palette: Gauguin’s Bold Innovation
Gauguin's artistic vision during this period was deeply rooted in his exploration of the Synthetist style, a departure from the Impressionism that had previously dominated the art world. Rather than striving to capture fleeting moments of light and color, he sought to distill the essence of his subjects – their spirit, their energy, their very being – onto the canvas. This is achieved through the use of bold, non-naturalistic colors applied in flat planes, a technique that creates a dreamlike quality, almost as if peering into another realm. The vibrant yellows and greens of the foliage contrast sharply with the earthy tones of the cliff face, intensifying the painting’s emotional impact.
The deliberate simplification of forms – the tree reduced to its essential shapes, the figures rendered with minimal detail – further emphasizes this stylistic choice. Gauguin wasn't interested in photographic accuracy; he was interested in conveying a feeling, an experience. The color choices themselves are laden with symbolism: the yellow leaves evoke sunlight and vitality, while the deep blues of the sky suggest both tranquility and mystery.
A Reflection of Polynesian Spirituality
Fatata te moua is inextricably linked to Gauguin’s time in Tahiti. During his years on the island, he became deeply fascinated by the local culture and spirituality, seeking to capture its essence through his art. The painting can be interpreted as a meditation on the relationship between humanity and nature – a celebration of the raw beauty and spiritual power of the Pacific Islands. The figures are not depicted in active pursuit of anything; they seem to exist in harmony with their surroundings, embodying a sense of timelessness and serenity.
Furthermore, the mountain itself holds significant symbolic weight within Polynesian belief systems. It’s often associated with deities and ancestral spirits, representing a connection to the past and a link to the spiritual realm. Gauguin masterfully incorporates this element into his composition, elevating Fatata te moua beyond a simple landscape painting and transforming it into a powerful visual narrative.
Bringing Gauguin’s Vision Home: High-Quality Reproductions
AllPaintingsStore offers meticulously crafted oil painting reproductions of Fatata te moua, allowing you to bring the artist's evocative vision into your own space. Our skilled artisans painstakingly recreate Gauguin’s distinctive style and color palette, ensuring that every detail is faithfully reproduced with exceptional quality. Whether adorning a living room wall or gracing a study, this reproduction serves as a beautiful reminder of Gauguin’s artistic legacy – a testament to his groundbreaking approach to color, form, and the profound connection between art and the human spirit.
To explore this stunning artwork and discover other exceptional reproductions by Paul Gauguin, visit Paul Gauguin: Fatata te moua (also known as At the Big Mountain) today.
Obras Relacionadas
Biografia do Artista
Eugène Henri Paul Gauguin: Um Pintor em Cores de Revolução
Eugène Henri Paul Gauguin, um nome que ressoa com cores vibrantes e espírito rebelde, se destaca como uma figura central na transição do Impressionismo para a arte moderna. Nascido em Paris em 1848, sua vida foi longe de ser convencional. Seus primeiros anos foram moldados por uma criação incomum: seu pai, um jornalista, e sua mãe descendente da aristocracia peruana – sua avó materna, Flora Tristan, uma pioneira feminista e escritora socialista cujos ideais certamente ressoaram dentro da família. Essa herança profunda influenciou a visão artística de Gauguin, instilando nele uma fascinação por culturas além da Europa. Um período formativo gasto no Peru como criança, após a mudança da família em 1850, mergulhou-o em um mundo vastamente diferente da sociedade parisiense, uma experiência que permaneceu e, em última análise, alimentou sua busca por autenticidade na arte. Retornando à França após a morte de seu pai, Gauguin recebeu uma educação formal, mas se sentiu atraído não pela academia, mas pelo crescente mundo financeiro, embarcando em uma carreira como corretor de valores – um caminho aparentemente incompatível com o destino artístico que o aguardava.Da Finança ao Chamado Artístico
Por anos, Gauguin liderou uma vida dupla, dedicando-se diligentemente aos seus negócios enquanto secretamente nutria uma paixão pela pintura. Inicialmente influenciado pelos Impressionistas, ele começou a experimentar com cor e luz em seu tempo livre, mas logo se sentiu restrito por sua dedicação em capturar momentos fugazes da realidade. A crise financeira de 1882 provou ser um ponto de virada, forçando-o a abandonar sua carreira lucrativa e abraçar plenamente sua vocação artística. Isso não foi apenas uma mudança de profissão; foi uma mudança fundamental de perspectiva. Ele buscou orientação de Camille Pissarro, que o encorajou em seu desenvolvimento e apresentou-o aos círculos vanguardistas de Paris. No entanto, Gauguin rapidamente começou a divergir dos princípios impressionistas, ansiando por algo mais expressivo, mais simbólico – um meio de transmitir não apenas *o que ele via*, mas *o que ele sentia*. Esse desejo o levou a uma jornada de exploração artística que levaria-o muito além das salões parisienses e para o coração das culturas “primitivas”. Ele não estava simplesmente interessado em retratar essas culturas; ele buscava absorver sua essência, acreditando que elas ofereciam uma pureza perdida na civilização ocidental.O Chamado de Bretanha e Tahiti
A evolução artística de Gauguin foi inextricavelmente ligada às suas viagens. Passou um tempo na Bretanha, cativado pelos paisagens acidentadas e pelas tradições profundamente enraizadas de seu povo. Este período viu-o experimentar com formas achatadas, contornos ousados e simplificação da composição – técnicas que o afastaram ainda mais do realismo e se aproximaram de uma linguagem simbólica. Mas foi sua jornada para Tahiti em 1891 que realmente desencadeou seu potencial criativo. Buscando refúgio do que ele percebia como as restrições sufocantes da civilização europeia, Gauguin esperava encontrar inspiração na cultura polinésia, acreditando que ela oferecia uma maneira mais autêntica e espiritual de vida. Isso não foi apenas uma busca artística; foi uma jornada espiritual. Ele se imergiu nos costumes e crenças locais, retratando mulheres polinesianas, paisagens e práticas religiosas por meio de sua visão única. Influenciado pelo Japonismo – *Japonisme* – e pela arte medieval, ele desenvolveu uma estética distinta caracterizada por cores vibrantes, assunto exótico e um ar de mistério. Pinturas icônicas como “Vahine no te miti” (Mulher com Mamão), “Manao Tupapau” (Observada pelo Espírito da Morte) e “O Dia dos Deuses” emergiram desse período, consolidando sua reputação como um artista visionário. O uso de cores se tornou cada vez mais ousado e não naturalista, servindo para expressar emoção e significado espiritual, em vez de replicar a realidade.Legado e Controvérsia
Apesar de seus avanços artísticos, a vida de Gauguin foi frequentemente marcada por dificuldades. Ele lutou com dificuldades financeiras e problemas de saúde durante seu tempo em Tahiti e mais tarde nas Ilhas Marquesas, onde finalmente se estabeleceu. No entanto, ele continuou a pintar prolissimamente, explorando incessantemente temas de vida, morte e espiritualidade. Ele morreu em 1903 na ilha remota de Hiva Oa, no arquipélago das Marquesas, largamente não reconhecido por seu gênio. Foi somente após sua morte que a obra de Gauguin começou a receber o reconhecimento que merecia. Hoje, ele é celebrado como uma figura central no desenvolvimento da arte moderna, conectando a ponte entre o Impressionismo e o Simbolismo, abrindo caminho para movimentos como o Fauvismo. Seu uso de cores, formas simplificadas e imagens simbólicas influenciou profundamente artistas como Pablo Picasso, Henri Matisse e muitos outros. No entanto, Gauguin permanece uma figura controversa devido a aspectos de sua vida pessoal – particularmente seus relacionamentos com jovens mulheres polinesianas – que continuam a ser debatidos e reinterpretados à luz das considerações éticas contemporâneas. Apesar disso, suas contribuições artísticas são inegáveis e seu legado continua a inspirar artistas e amantes da arte em todo o mundo. Ele foi um verdadeiro inovador, um rebelde que ousou desafiar as convenções e forjar seu próprio caminho, deixando para trás um corpo de trabalho tão cativante e enigmático quanto o homem.Influências Chave & Características Artísticas
- Impressionismo: Influência inicial na cor e luz, posteriormente rejeitado por seu foco em momentos fugazes da realidade.
- Japonisme: Inspirou perspectivas achatadas, contornos ousados e padrões decorativos.
- Arte Medieval: Influenciou a imagem simbólica e uma rejeição ao realismo estrito.
- Sintetismo: Um estilo desenvolvido por Gauguin enfatizando a criação de arte com base na experiência subjetiva, em vez da observação objetiva.
- Primitivismo: Fascínio pelas culturas não ocidentais, acreditando que elas ofereciam uma maneira mais autêntica e espiritual de vida. Isso é refletido em seu assunto e escolhas estilísticas.
Paul Gauguin
1848 - 1903 , França
Informações Rápidas
- Artistic Movement Or Style: Pós-Impressionismo, Simbolismo
- Artists Or Movements Influenced By This Artist:
- Pablo Picasso
- Henri Matisse
- Artists Who Influenced This Artist: ['Camille Pissarro']
- Date Of Birth: 7 de junho de 1848
- Date Of Death: 8 de maio de 1903
- Full Name: Eugène-Henri Paul Gauguin
- Nationality: Francês
- Notable Artworks:
- Vahine no te miti
- Manao Tupapau
- The Day of Gods
- Place Of Birth: Paris, França

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